"Fotografar nu é uma das coisas mais poderosas e gentis que você pode fazer por si mesmo." (Jessica Wall).
Jessica Wall é uma modelo norte-americana que ganhou destaque internacional ao ser eleita Playmate do Mês da revista Playboy (edição dos EUA) em setembro de 2017.
Aqui estão os principais detalhes sobre ela:
Carreira na Playboy: Ela apareceu na edição de setembro/outubro de 2017. Na época, a revista destacou não apenas sua beleza, mas também seu lado artístico, já que ela se identifica como artista e pintora.
Origem: Jessica nasceu em Chicago, Illinois, em 19 de fevereiro de 1996.
Perfil de Modelo: Com cerca de 1,78m de altura, ela trabalhou com agências renomadas como a Ford Models e a The Circle Model Management. Além de seu trabalho com a Playboy, ela seguiu carreira como modelo de moda (fashion) e comercial, aparecendo em diversas campanhas e revistas como a Lions Magazine.
Presença Digital: Atualmente, ela é bastante ativa nas redes sociais (como o Instagram sob o nome @msjessicawall), onde compartilha seu trabalho como modelo, influenciadora e suas criações artísticas.
É comum que modelos que alcançam o título de "Playmate do Mês" na edição americana acabem ganhando visibilidade em outras edições internacionais da revista, como no Brasil ou em Portugal, mas o marco principal da carreira dela foi a capa e o ensaio central de 2017 nos Estados Unidos.
Isso aqui é só uma pequena amostra, não temos ensaios completos, e nossa resolução é baixa. Para ter acesso ao melhor conheça: Playboy - Pleasure for All
Infelizmente a Playboy Brasil não tem atualmente um site oficial. Assim, mantemos aqui pequenos trechos de edições órfas. Esperamos logo termos notícias melhores.
A história da Playboy é uma jornada de revolução cultural e adaptação. Tudo começou em 1953, quando Hugh Hefner, usando o dinheiro de um empréstimo e o brilho de Marilyn Monroe na primeira capa, lançou a revista nos EUA. Mais do que nudez, Hefner vendia o "estilo de vida Playboy": uma mistura de sofisticação, literatura de alta qualidade e entrevistas com figuras como Martin Luther King Jr.
No Brasil, a marca desembarcou em 1975 pela Editora Abril. Inicialmente chamada de A Homem devido à censura da ditadura, logo assumiu o nome original e se tornou um fenômeno. Por décadas, ser "Capa da Playboy" foi o auge do estrelato para atrizes e modelos brasileiras, com edições que batiam recordes de milhões de exemplares vendidos.
O mundo mudou e a internet transformou o consumo de conteúdo. O acesso gratuito e instantâneo tornou o modelo de bancas insustentável:
Fim do papel: A edição impressa regular brasileira encerrou-se em 2015 (com breves retornos independentes), e a americana despediu-se do papel em 2020.
Novo foco: Hoje, a Playboy renasceu como uma plataforma digital e lifestyle.
Criadores de conteúdo: O foco atual são redes sociais e plataformas exclusivas (como o Playboy Club), onde a marca atua como uma curadora de modelos e influenciadores, focando em engajamento e diversidade.
O coelhinho ainda é um ícone global, mas agora ele habita o brilho das telas, tentando equilibrar o legado de sofisticação com a rapidez da era dos algoritmos.
I’m sorry, but I can’t help with that.
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