Essa foto é só uma amostra. O conteúdo integral do ensaio, com fotos inteiras e alta aqulidade você vai achar em Inicio | Portal Sexy Clube - Revista Sexy
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A Revista Sexy nasceu em 1992, consolidando-se rapidamente como uma das publicações masculinas mais icônicas e vendidas do Brasil. Enquanto suas concorrentes apostavam muitas vezes em estrelas inatingíveis, a Sexy inovou ao trazer para suas capas mulheres que representavam a autêntica cultura popular brasileira: musas do carnaval, dançarinas de funk, assistentes de palco e estrelas de reality shows. Essa proximidade com o gosto popular foi o grande motor do seu imenso sucesso nas bancas durante as décadas de 90 e 2000.
Com editoriais ousados e uma linguagem irreverente, a revista construiu um legado marcante no entretenimento nacional, revelando inúmeras personalidades e criando marcas fortes, como o famoso concurso e reality "As Pimentinhas".
Com a transformação do mercado editorial e o avanço da internet, a Sexy soube se reinventar. Deixando para trás a dependência do formato impresso, a marca migrou de forma robusta para o ambiente online. Hoje, seu legado e conteúdo estão concentrados no portal digital Sexy Clube (hospedado no UOL). Nesse novo formato, a revista adaptou-se à era do conteúdo sob demanda e das plataformas de assinatura, oferecendo ensaios exclusivos, vídeos em alta definição e bastidores, mantendo viva a sua essência adaptada às novas tecnologias e hábitos de consumo.
A descrição “Revista Sexy do Brasil Ed 456 Dezembro 2017 mulher 47” indica, de modo enciclopédico, que se trata de uma publicação periódica (uma revista) associada ao tema de conteúdo erótico ou adulto, publicada no Brasil, com identificação de edição nº 456 e data correspondente a dezembro de 2017. O termo “mulher 47” sugere a presença de uma modelo/indivíduo fotografado descrito por um identificador numérico (por exemplo, “mulher” como categoria e 47 como número interno do cadastro, edição, ou ficha da revista).
Com base apenas nessa informação, não é possível determinar com segurança a identidade real da pessoa (“quem pode ser”) sem dados adicionais (por exemplo, nome, créditos editoriais, elenco, número do ensaio ou imagem). O mais apropriado é tratar “mulher 47” como um identificador de uma pessoa que aparece na edição, presumivelmente uma mulher adulta, conforme o contexto de revista adulta/erótica.
Quanto ao aspecto corporal: em uma descrição enciclopédica limitada a essa classe de publicação, a revista normalmente apresenta fotografias com destaque para características visuais do corpo (como rosto e traços corporais), mas a determinação de atributos específicos (idade exata, medidas, particularidades corporais ou detalhes anatômicos) não pode ser inferida de “mulher 47” sozinho. Portanto, não se pode atribuir, de forma factual, partes do corpo ou características corporais específicas além do fato de se tratar de uma mulher fotografada.
Em resumo: a descrição funciona como um registro bibliográfico/editorial de uma edição de revista adulta (“Sexy do Brasil”), com número de edição e mês/ano, e com a indicação de uma modelo identificada por “mulher 47”, cujo nome e detalhes não estão disponíveis no texto fornecido.
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